Como proteger o seu patrimônio pessoal?

Construir e proteger o seu patrimônio pessoal é o que motiva as pessoas a se esforçarem em seus postos de…

Construir e proteger o seu patrimônio pessoal é o que motiva as pessoas a se esforçarem em seus postos de trabalho.

No entanto, é comum notarmos que algumas pessoas, ainda que ganhem bons salários, não apresentam consistência em sua vida financeira.

Isso ocorre porque elas não tomam cuidado na hora de proteger o seu patrimônio. Se você está curioso para entender mais sobre esse assunto, leia este artigo até o final.

Entendendo o conceito de proteção do patrimônio pessoal

Existem muitos agentes que podem colocar em risco nossas finanças. O mais antigo de todos é o roubo. Por isso, uma forma de proteger o seu capital dessa ameaça é colocando o dinheiro no banco.

Nesse ambiente, o seu dinheiro estará mais seguro do que guardado em sua casa. Todavia, um ladrão não é a única fonte de risco quando falamos sobre finanças.

A moeda tem o valor que é atribuído a ela. Portanto, para que toda a sociedade concorde que R$ 1000 têm o mesmo poder de compra para todos, é importante compreender a ação de agentes econômicos, como a inflação, no processo de corrosão do dinheiro.

De forma extremamente resumida, podemos definir a inflação como o aumento da oferta de dinheiro. Imagine uma cidade em que todos passam a ganhar 50% a mais em seus salários? O natural é que os comerciantes aumentem os preços de seus produtos, não é mesmo?

Agora, suponha que um cidadão aposentado dessa cidade não teve reajuste. Como ele faria para preservar seu poder de compra e o seu patrimônio pessoal? Uma forma, seria aplicando seu dinheiro em produtos financeiros com bom rendimento.

Além do processo inflacionário, existem os imprevistos. Imagine que uma família de classe média conseguiu comprar uma casa no valor de R$ 500 mil.

O capital usado na compra foi fruto de uma vida inteira de economias.
No entanto, um curto-circuito causou um incêndio, destruindo a casa.

Um seguro financeiro poderia ter protegido o patrimônio pessoal dessas pessoas.

Até agora, nós fizemos um breve apanhado de alguns fatores que ameaçam as finanças das pessoas.

Isso é importante para que você compreenda que deve ter uma estratégia de proteção patrimonial.

Vamos entender como construir uma?

Evite endividamentos no cartão

proteger seu patrimônio pessoal
Foto: EKO Construtora

O cartão de crédito é a principal fonte de inadimplência das famílias brasileiras. 8 em cada 10 brasileiros inadimplentes devem no cartão.

É verdade que essa situação foi agravada pela crise econômica, mas é importante ressaltar que as altas taxas de juros cobradas no crédito rotativo dificultam o pagamento, fazendo com que as pessoas tenham que abrir mão de seu patrimônio pessoal para quitar a dívida.

Para evitar essa situação, o cidadão deve se lembrar que o cartão de crédito é uma forma de empréstimo pré-aprovado. Muitas pessoas usam essa ferramenta financeira como se ela fosse parte de sua fonte de renda.

Esse erro de percepção é um dos motivos que explica o endividamento.
Além disso, o comprador deve avaliar quando é vantajoso usar o cartão.

Se o vendedor oferecer parcelamento sem juros, por exemplo, trata-se de uma boa oportunidade de compra.

Faça um seguro imobiliário

Ao sair da concessionária, muitos brasileiros já estudam as opções de seguros disponíveis para o seu carro. Essa atitude é compreensível, porque a percepção de insegurança que o trânsito traz é alta.

O automóvel pode ser vítima de um acidente ou de um assalto, por exemplo.

No entanto, essa mesma preocupação não se estende aos imóveis. Trata-se de um erro crasso na hora de proteger o seu patrimônio pessoal.

Ao contrário de um carro, o imóvel se valoriza com o tempo, pode gerar renda passiva ou ser usado na compra de outra propriedade. Ao mesmo tempo, um seguro imobiliário pode custar mais barato do que um seguro automotivo.

Em média, um seguro de um carro custa 5% do valor do veículo. Portanto, o seguro de um carro de R$ 50 mil pode custar cerca de R$ 2,5 mil.

Essa conta faz com que as pessoas nem queiram saber o valor de um seguro residencial, afinal, se a lógica for a mesma, o seguro de uma casa de R$ 500 mil pode custar R$ 25 mil, não é mesmo?

Acontece que a lógica não é a mesma, pois tratam-se de produtos diferentes. O seguro residencial costuma ser mais barato, custando em média R$ 800.

Lembra-se do exemplo dado no começo deste artigo, em que uma família perde sua casa recém-adquirida em um Inocêncio?

Bastaria um seguro residencial para que o patrimônio pessoal dessas pessoas estivesse protegido. Além disso, o seguro residencial pode oferecer proteção contra roubos, alagamentos, vendavais e etc.

Invista seu patrimônio

proteger o seu patrimônio pessoal
Foto: Ademilar

O brasileiro aprendeu a gostar da Caderneta de Poupança porque trata-se de um investimento simples, com alta liquidez e que pode começar com apenas R$ 50.

Durante as décadas de 1980 e 90, a caderneta ajudou a população a proteger seu poder de compra até que a economia se estabilizasse. Todavia, pessoas com maior poder aquisitivo investiam na compra de dólares.

A moeda americana se valorizava constantemente, fazendo com que os investidores tivessem alta taxa de lucro. Esse exemplo serve para que você entenda que o mercado financeiro sempre apresenta uma solução para  você proteger o seu patrimônio pessoal.

A dica, nesse caso, é você primeiro descobrir o seu perfil de investidor. É provável que seu banco já ofereça um teste gratuito sobre o tema. O jornal O Estado de São Paulo oferece um exemplo de teste.

A outra sugestão é estabelecer uma meta para o investimento. Ela pode ser a sua aposentadoria, a compra de uma casa, uma viagem, a festa do seu casamento etc.

Investimentos mais seguros, como o Tesouro Direto e as suas variações, apresentam boa liquidez, mas baixo rendimento. Normalmente, essa opção vence apenas a Poupança.

Opções mais arriscadas, como o mercado de ações, podem trazer uma boa margem de lucro ao investidor. No entanto, são influenciadas por muitos fatores externos.

Lembra-se que mencionamos a compra de Dólar como forma de garantir poder de compra nas décadas de 1980 e 90?

Muito bem, muitos investidores tiveram graves problemas financeiros com essa medida, pois o Plano Real equiparou o valor das moedas. Quem tinha 1 milhão de Dólares passou a ter 1 milhão de Reais.

Portanto, a última sugestão deste tópico é o acompanhamento das movimentações do mercado. Cada investimento é recomendado para um cenário econômico diferente.

Como vimos neste artigo, proteger o seu patrimônio pessoal não é tão difícil quanto parece. Basta que você compreenda que o seu dinheiro sofre a influência de agentes externos que fogem do seu controle.

A boa notícia é que é muito simples reduzir o impacto que eles têm nas suas finanças pessoais.

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